Texto Original
Um dia de sol um menino decidiu ir a floresta com o seu cão e com o seu burro.
- Anda burro temos de nos apressar!- exclamou o menino.
-Tanto peso mal me mexo! - exclamou o burro muito cansado.
O menino muito assustado desata a correr para logo contar ao seu pai.
-Pai pai o burro falou para mim! - assustado disse o menino.
- Não digas asneiras, os animais não falam. - disse o pai admirado.
Então o cão responde:
- É verdade o que ele diz eu assisti a tudo.
De seguida o pai pega num machado para assustar o cão. Mas nesse momento o machado avisou:
-Tem cuidado o cão pode ferrar-te.
O pai ao ver que tudo falava sentou-se e continuo a dialogar com os objectos e animais.
Texto adaptado
Esta narrativa foi escrita no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa. A professora forneceu cinco sequências do conto tradicional do Nordeste do Brasil "O menino, o cachorro e o burro".
O trabalho a seguir apresentado foi realizado por duas alunas e corrigido coletivamente na aula. - Anda, burro, temos de nos apressar!- exclamou o menino, logo que saíam da floresta.
-Tanto peso... mal me mexo! - queixou-se o burro estourado.
O menino muito assustado desata a correr para contar o que aconteceu.
-Pai, pai, o burro falou comigo!
- Não digas asneiras, rapaz, os animais não falam. Se falassem, tínhamos um fala barato, o nosso cão que tanto ladra!- responde-lhe o pai com ironia.
Naquele instante, o cão fala:
- É verdade! Assisti e ouvi tudo em primeira mão!
De imediato, o pai nervoso, com ar feroz, pega num machado para lhe meter medo. Mas, nesse preciso momento, o machado, gaguejando, avisou:
-Tem cui....dado! o cão po...de ferra....r-te a ti e e a mim...
O homem de tão admirado que estava pousou o machado e ficou parado a pensar se o que estava a acontecer era um sonho... ou um pesadelo!?
Nenhum comentário:
Postar um comentário